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Sou Culpada!!! Sou Mesmo?

Sou culpada!!! Sou mesmo?

culpa4Uma das principais reclamações que escuto das mulheres, tanto no mercado de trabalho como fora, é a dita da culpa.

Sentem-se culpadas de estarem trabalhando ao invés de estarem com os filhos.

Ou, de estarem com os filhos e não estarem “produzindo lá fora”.

Sentem-se culpadas por não terem tempo para fazer exercício e cuidar mais do corpo, ou de estarem tempo demais na academia, e não com a família ou trabalho.

Sentem-se infinitamente mais culpadas pelos seus erros e falhas que os homens em geral.

CULPA!

Que coisa! Por que tanta culpa? E como fazer para tirá-la das suas vidas?

Eu pessoalmente já me senti muito mais culpada na minha vida, mas graças a Deus isso hoje é bem raro.

Se eu brincava com os meus filhos, me culpava por não estar ganhando dinheiro e vice-versa.

Se não ia fazer exercício para ficar com as crianças ou dormir mais um pouco, me sentia culpada. Se eu saía e ouvia meu filho dizendo “mãe, não vai correr hoje”, meu coração quase partia de culpa.

Então o que fiz para tirar essa palavra, quase que por completo, do meu dia-dia?

Comecei a analisar minhas verdadeiras prioridades e o que eu realmente queria para mim e para minha vida à curto e à longo prazo.

Percebi que equilíbrio não quer dizer necessariamente a mesma quantidade de horas para cada atividade. Quer dizer que ao escolher minhas prioridades e quanto tempo eu queria ou achava importante gastar em cada área da minha vida, consegui finalmente me manter presente nelas.

Acho que estar 100% presente no que estamos fazendo no momento, nos traz mais calma, mais prazer e menos culpa por não estarmos fazendo outra coisa.

Se você decidir que das 18:00 as 19:00 se dedicará aos filhos, faça sem se preocupar com os e-mails e telefonemas que precisam ser respondidos, por exemplo.

Te pergunto: ao exigir perfeição em todos os aspectos da sua vida, o quanto você está perdendo de viver?

O que REALMENTE importa para você?

Quando colocamos tudo no papel, vemos que MUITA coisa que achamos urgente ou essenciais são dispensáveis, e ao nos liberamos delas, damos mais espaço para o que realmente importa!

 

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