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O caminho mais curto é o mais curto mesmo?

Há um ensinamento no judaismo que diz que o caminho mais curto muitas vezes se torna o mais longo e vice-versa.

Como assim?

Como empreendedores, queremos ver nosso negócio crescer da noite para o dia, sem termos muitas vezes a paciência de plantar as sementes em terra fértil para colhermos os frutos no futuro.

Muitas vezes escolhemos os atalhos, compramos ilusões criadas por outros, ou por nós mesmos e acabamos frustrados e de volta a etapa zero.

É o famoso: “o barato que acaba saindo caro”…

Como diz minha mentora Lisa Sasevich, todo negócio tem três fases:

1. quando plantamos sem parar, sem ver um tostão de tudo isso. Nessa fase eu sugiro aos meus clientes que tenham algum outro tipo de fonte de renda, senão a tentação de “prostituição” na própria profissão é grande.

Plantando-se com foco, no seu mercado alvo, direcionado ao seu cliente ideal, essa fase pode ser muito mais rápida do que se pensa.

2. quando as primeiras plantinhas começam a aparecer. Nesta fase seu nome começa a “rolar” pelo seu mercado. As pessoas começam a te reconhecer e te ver como um expert.

3. quando realmente colhemos os frutos de tudo isso. Aqui você já não precisa mais ir atrás do seu mercado, pois ele te procurará espontaneamente.

Nesta fase, você começa realmente a colher os frutos de tudo o que plantou!

Claro, que não podemos nunca deixar de plantar, pois o mercado muda, as tendências mudam, e quem não é visto não é lembrado.

Se você está sempre “apagando fogo”, mês a mês sem saber com o vai pagar suas contas, mesmo já estando na sua profissão há algum tempo, repense se a sua plantação foi feita em terreno fértil, ou se você simplesmente tem jogado sementinhas por todos os lados.

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