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O que amor próprio tem a ver com o seu negócio?

Ontem escutei a coach Molly Luffy, que se intitula “Self-Love Evangelist” (pregadora do amor próprio), falar sobre amor próprio e negócios.

Em princípio, muitos se perguntam o que uma coisa tem a ver com a outra…

Tudo!

Como eu já comentei em outros textos, tudo na vida é um espelho. Nosso mundo externo é uma reflexão direta do nosso mundo interno. Se nosso mundo interior é lindo, o exterior também será e o contrário é também verdade.

Quando prestamos nossos serviços, estamos refletindo nossos valores e crenças aos nossos clientes, assim como nossa energia e auto-confiança.
Quem não gosta de trabalhar com pessoas auto-confiantes, que sentem segurança no que estão oferecendo?

Porém essa segurança profissional não vem de fora. Ela é uma consequência de uma auto-estima elevada.

Podemos até tentar separar nossa vida pessoal da profissional, “escondendo” certas coisas que não gostamos dos nossos clientes, mas quanto mais trabalho nesta área, mais vejo que é impossível esconder a falta de amor próprio.
Ele não é visível a olho nu, porém ele reflete diretamente nos clientes que atraímos.

Repare, quem são as pessoas que mais te procuram?
Como elas se comportam?
Elas te valorizam como profissional?
Te escutam?
Querem pagar o que você pede?

Se eles não te respeitam, olhe para dentro e veja se você está se respeitando. Se eles não te valorizam, veja o quanto você realmente se valoriza, não somente como profissional, mas como ser humano.

E o que leva a falta de amor-próprio?

Nossas experiências durante a infância e adolescência, são o primeiro influenciador, mas a falta de auto conhecimento é tão importante quanto, pois é com ela que resolvemos tais conflitos.  Portanto, nos conhecermos de verdade, não é um luxo, mas sim uma obrigação para com a nossa felicidade, e a dos nossos clientes.

Claro que é mais fácil culpar os outros ou as situações pelos nossos problemas, mas infelizmente isso não leva a nada. Assumir responsabilidade pelo nosso crescimento, desenvolvimento, auto-conhecimento cabe somente a nós mesmos.

E por experiência própria: quando nos amamos exatamente pelo que e quem somos, com todas as nossas “imperfeições”, nosso mundo se torna muito mais bonito, e temos muito mais forças para o melhorarmos cada vez mais.

Comentários

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This Post Has 4 Comments
  1. Parabéns Melina, bela reflexão!
    Nossa cultura valoriza por demais fatores externos sem levar em conta que eles, como você bem disse, refletem aquilo que somos internamente. Há que se incutir nas crianças auto-estima, que gera autoconfiança desde a mais tenra idade. Isso fará com que na vida adulta sejam construídos relacionamentos saudáveis e respeitosos. Parabéns pelo blog!

    1. Guilherme, como o que você falou é importante. Eu sempre digo: como pais, nunca daremos aos nossos filhos exatamente o que eles precisam, pois não somos eles e não podemos saber (parte do aprendizado). Mas uma coisa é certa: muito amor, confiança e valorização da auto-estima deles, nunca é demais, ou melhor, é excencial! Pois a vida se encarregará te tentar tirar deles, por isso quanto mais estiver cheia a “conta bancária” deles, mais recursos eles terão para serem felizes.

  2. Cara Melina,
    mais uma vez suas informações chegam como ouro, que valorizam e trazem brilho.
    Parabéns!!! Sou fã do seu trabalho e repasso aos meus amigos. Tudo de bom pra você!

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