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O Que Podemos Aprender Com Ladrões De Carteira

O que podemos aprender com ladrões de carteira

Há uma história de um rabino que estava no Gulag (campos de trabalho russos) no início do século passado. Naquela época, o jogo de cartas era extritamente proibido. A pena para quem fosse pego jogando era a morte.

Um dia um dos presos conseguiu um baralho e lá foram todos jogar.

Alguém os dedurou para os soldados, que foram imediatamente verificar o fato. Chegando nos dormitórios, nada de baralho.

Mais uma vez, foram eles procurar as cartas proibidas, e mais uma vez nada.

Decidiram então procurar por todo canto do barracão, assim como cada preso que ali estava. Mais uma vez nada. Já cansados, e loucos da vida, pois achavam que estavam sendo feitos de bobos, chegaram de surpresa mais uma vez, e mais uma vez nada.

Nisto, o rabino curioso como estava, resolveu perguntar aos seus companheiros de dormitório como eles faziam para esconder tão bem as cartas.

Eles responderam: somos ladrões de carteira (aqueles que roubam dos bolsos e bolsas das pessoas nas ruas).

Assim que os guardas entram no barracão, colocamos a caixa do baralho no bolso de um deles. Antes de sairem, as retiramos. Eles nunca pensaram em procurar em si mesmos.

Que lição então este rabino tirou, e que nós podemos tirar também?

Que na maioria das vezes procuramos a fonte, ou a solução de um problema fora de nós mesmos. Culpamos o mundo, sem antes procurarmos dentro da gente o que está acontecendo.

Fazemos isso na vida pessoal, assim como nos nossos negócios. Quantas vezes nos pegamos culpando a economia, os clientes, o mercado pelos nossos fracassos, ao invés de procurarmos dentro de nós mesmos o que causou a falha?

Nada podemos fazer para mudar a economia, o mercado ou os clientes, mas podemos sim decidir o que fazer com as ferramentas que temos nas mãos, para consertar a situação, apesar dos fatos externos.

Da próxima vez que você se pegar culpando o mundo pelos seus problemas, pare e reflita se não há nada em você que precisa ser resolvido.

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