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Resposta ao meu outro mail… o que muitos estão me perguntando

Depois que envio meus emails, sempre recebo respostas com comentários, agradecimentos ou perguntas sobre o assunto ao qual eu escrevi.

Entretanto, depois do último email, várias pessoas me fizeram uma pergunta muito parecida, por isso resolvi responder a todos por aqui.

Vou usar aqui um deles, com autorização de quem me enviou, pois é o que melhor resume as perguntas gerais.

“Eu lhe pergunto: se bem entendi o que você comentou, é preferível ficar no vermelho por algum tempo e se especializar do que aplicar os proventos recebidos conforme o negócio for tomando corpo, é isso mesmo? E o risco, não é muito alto pensando desse jeito? Que garantias eu terei na possibilidade de um fracasso, recuperar o investimento realizado?”

Minha resposta a todos que compartilham a mesma dúvida:

O único fracasso que podemos ter é se desistir antes de tentarmos tudo. Eu acredito que vale mais a pena ter uma dívida por um tempo, do que ficar sempre na mesma, vivendo com medo de arriscar.

Não vejo na história da humanidade grandes conquistas sem riscos. Tudo na vida é um risco, tudo!!

Até mesmo “não arriscarmos”, pois há o risco de nunca sairmos do lugar, ou conquistarmos o que queremos.

O problema é que ficamos presos aos riscos que nossa sociedade vê como os mais importantes, dinheiro, status, beleza. Ficamos presos ao que os outros vão pensar se “fracassarmos”. Porém fracasso para mim é não ter coragem de ir atrás de um sonho, daquilo que faz teu coração bater mais forte de alegria.

Se algo não sair exatamente como queremos, se pergunte:

“Qual é a pior coisa que pode acontecer?”

Por exemplo, eu fiz um baita de um empréstimo para investir no meu negócio. Achei que iria pagar em muito menos tempo. Não aconteceu. Morri? Fiquei na rua? Não! Só me mostrou o que eu precisava aprimorar, assim como me mostrou que sem paciência e persistência não chegamos onde queremos e como queremos. Aprendi que as coisas tem um percurso e uma velocidade própria.

Eu não sei, mas vejo que as pessoas chegam à velhice olhando para trás e se arrependendo de tudo aquilo que não fizeram, que não arriscaram por medo. Jamais ouvi histórias de pessoas que se arrependeram de ir atrás do que queriam, mesmo tendo “fracassado”.

No fim, tudo da certo. É só não nos amarrarmos nas expectativas e ilusões e curtirmos o momento, o processo, o presente e aquele frio na barriga de estarmos soltando o trapézio que estamos segurando, sem a certeza de que conseguiremos agarrar o próximo.

Com isso deixo vocês para me encontrar com o meu grupo de empreededorismo (Master Mind) em San Diego daqui dois dias!

Até a volta!

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